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Gestão NR-1

TST aponta WhatsApp em 37% das ações analisadas sobre assédio eleitoral

Estudo divulgado pelo TST identificou WhatsApp e outras ferramentas digitais em processos analisados sobre assédio eleitoral. Os percentuais descrevem amostras estudadas, não a incidência na população trabalhadora.

Fonte oficial: Tribunal Superior do Trabalho (TST) (abre em nova aba)Data da fonte: 28/09/2026Publicado no portal: 29/09/2026Curadoria e revisão: Weliton Almeida Duarte — aprovação humana em 29/09/2026Última atualização: 29/09/2026
Ilustração editorial de treinamento sobre comunicação digital e conduta profissional.
Ilustração editorial gerada por IA para este conteúdo; não representa mensagens, pessoas ou casos analisados.

Em 28 de setembro de 2026, o TST divulgou estudo qualitativo do Centro de Pesquisas Judiciárias do TST e do CSJT. A análise detalhada considerou 138 processos ajuizados até dezembro de 2025. O WhatsApp foi citado em 37% deles como meio de assédio eleitoral, enquanto redes sociais apareceram em 14,5%.

Limites dos percentuais

Mensagens digitais e áudios figuraram entre as provas consideradas. A pesquisa também informou que 32,1% de uma amostra quantitativa de 688 processos tinha dois ou mais réus. Esses percentuais descrevem as amostras estudadas e não medem a incidência de assédio na população trabalhadora.

Prevenção em canais corporativos

O estudo reforça a importância de políticas contra pressão política no trabalho, controles em grupos e canais corporativos, treinamento de gestores e preservação adequada de registros. Isso não significa que toda mensagem configure assédio eleitoral.

Como estruturar uma resposta responsável

A Excelência SST pode apoiar treinamentos preventivos, revisão de políticas de conduta e fluxos de recebimento e preservação de relatos, em integração com jurídico e proteção de dados. A atuação deve respeitar contexto, confidencialidade e apuração dos fatos.

Fonte oficial

WhatsApp é citado como meio de assédio eleitoral em 37% das ações na Justiça do Trabalho

Impacto para empresas

O estudo sustenta ação preventiva em políticas, canais e treinamento, mas não transforma toda mensagem em assédio nem cria nova obrigação isolada.