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Gestão NR-1

Assédio maternal: TST condena laboratório por comunicação de dispensa durante licença

O TST reconheceu dano moral em um caso no qual uma empregada foi informada, durante a licença-maternidade, de que seria dispensada ao retornar. O alerta é revisar comunicações e decisões envolvendo afastamentos protegidos, sem generalizar a decisão para toda situação de desligamento.

Fonte oficial: Tribunal Superior do Trabalho (TST) (abre em nova aba)Data da fonte: 02/10/2026Publicado no portal: 15/10/2026Curadoria e revisão: Aprovação humana — Excelência SSTÚltima atualização: 15/10/2026
Ilustração editorial sobre tst condena laboratório por assédio contra empregada em licença-maternidade.
Ilustração editorial gerada por IA para contextualizar este conteúdo; não representa pessoas, organizações, processos ou fatos específicos noticiados.

Natureza da atualização

Decisão judicial de caso concreto; alerta preventivo, sem criação de obrigação autônoma aplicável indistintamente.

O que aconteceu

Em 02/10/2026, a Segunda Turma do TST condenou a Biolab Sanus Farmacêutica ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais após a comunicação, durante a licença-maternidade, de uma futura dispensa no retorno da empregada. O colegiado considerou abusivo o chamado “aviso-prévio psicológico” e qualificou a conduta como assédio maternal, observando que o problema estava no conteúdo e no momento da comunicação, ainda que apresentada em tom cordial. A decisão não significa que toda comunicação relacionada a desligamento seja ilícita sem exame dos fatos.

Quem é afetado

Empregadores, RH/DP, lideranças, jurídico, saúde ocupacional, compliance e trabalhadoras em licença-maternidade ou em situação de estabilidade.

O que requer atenção

**Alta para prevenção e governança.** Convém revisar imediatamente protocolos de comunicação, contatos durante afastamentos protegidos, treinamento de lideranças e canais de acolhimento, com análise individual e jurídica quando necessário.

Como a Excelência SST pode apoiar

Pode apoiar a revisão de fluxos, treinamentos, canais de relato, avaliação de riscos psicossociais e documentação das decisões. Não pode assegurar resultado judicial nem substituir apuração independente ou orientação jurídica.

Fonte oficial

**TST — “Laboratório é condenado por assédio contra empregada durante licença-maternidade”**, 02/10/2026: notícia oficial.

Impacto para empresas

Alta para prevenção e governança. Convém revisar imediatamente protocolos de comunicação, contatos durante afastamentos protegidos, treinamento de lideranças e canais de acolhimento, com análise individual e jurídica quando necessário.